Queridos(as) alunos(as), Exmos Enc. Educação:
Informo que fiquei colocada no Agrupamento de escolas Avelar Brotero.
Beijinhos
Professora Sandra
segunda-feira, 6 de julho de 2009
quinta-feira, 2 de julho de 2009
A Alice e o golfinho
A aventura da Alice e do golfinho
A Alice e o golfinho decidiram que iam partir para uma aventura debaixo de água.
Partiram, viram coisas maravilhosas. Viram estrelas-do-mar, conchas, ouriços-do-mar, algas e imensos peixes.
Depois veio a pior parte. Encontraram um tubarão terrível e ferroz. Era muito forte! Todos os peixes e golfinhos foram para as suas casa, mas eles não. Eles queriam enfrentar o terrível tubarão.
Lutaram, lutaram, até que tiveram uma ideia...
- Que tal pegarmos em duas conchas, uma para ti e outra para mim? Assim cortávamos um bocado do tubarão. – Disse a Alice.
- Que boa ideia! – Respondeu o tubarão.
- Vá, toma.
Plash, tlach.
- Au! – Disse o tubarão. – Pronto, vocês ganharam.
- Yes, ganhámos!!!
E o tubarão foi-se embora e todos os peixinhos voltaram e brincaram com a Alice e o golfinho.
Sara 3ºC
O meu golfinho
A Alice transformou-se numa autêntica sereia que iria ficar para sempre no mar.
Uns dias depois, os pais da Alice ficarm preocupados e foram para a praia procurá-la. De repente viram alguma coisa a mexer-se e foram ver o que era.
Mergulharam e disseram em coro:
- Filha!!!
A Alice disse:
- Ó golfinho, posso ficar contigo para sempre?
Passado um bocado a Alice ouviu vozes:
- Alice!!! Estás bem? – Disseram os pais.
- Mãe! Pai!!! – Gritou Alice. – Agora sou uma sereia e vou ficar a viver no mar.
Os pais disseram que também iam ficar para sempre no mar.
A partir daí percorreram o mundo e conheceram várias pessoas.
Rita 3ºC
A Alice, o golfinho e os piratas
A Alice e o golfinho brincaram bastante. A Alice pôs-se nas costas do golfinho e eles foram ver os barcos e outras coisas.
De repente apareceu um barco de piratas. O chefe pirata (que se chamava Aldrabão) disse para os outros piratas capturarem o golfinho e a Alice.
O Aldrabão ia-os matando quando Deus fez com que ele falhasse. O golfinho e a Alice ficaram livres porque o Aldrabão sem querer cortou a corda a que estavam presos. Os dois amigos foram-se embora.
Tempos depois a Alice transformou-se num gofinho. A golfinha e o golfinho casaram-se e tiveram doze filhos, seis machos e seis fémeas.
Eles os dois viveram felizes para sempre.
Pós de perlim pim pim a minha história chegou ao fim!!!
Rafael 3ºC
A Alice aventureira
Era uma vez uma menina que se chamava Alice e era aventureira. Um dia decidiu fazer uma aventura no mar.
Quis explorar o mar e ver as profundezes, e encontrou um golfinho. A Alice e o golfinho ficaram muito amigos, mas chegou o momento da despedida. O golfinho tinha de se ir embora para casa. A Alice ficou muito triste e disse que voltava à noite para o ver.
A Alice foi ter com o golfinho quando o pai e a mãe estavam a dormir. O golfinho queria que ela visse os seus truques. Ela pegou num arco e o golfinho passou por dentro e splash! Caiu na água a salpicar a Alice. Ela bateu palmas e disse:
- Queria ficar mais tempo, mas agora tenho de me ir embora e obrigado por me mostrares os teus truques. Eu gostei muito!
O golfinho levantou a sua barbatana, abanou com a forma a dizer adeus!
Raquel 3ºC
Uma aventura
Era uma vez uma menina chamada Alice que gostava muito do mar. Um dia viu um menino e perguntou-lhe se sabia nadar. Ele respondeu:
- Sim, sei!
Ela perguntou-lhe se ele a ensinava a nada.
- Por favor! – Disse a Alice.
Ele respondeu que sim e perguntou-lhe se queria começar agora. Ela disse que sim e combinaram encontrarem-se daqui a duas horas.
Passado duas horas começaram a prepararem-se para irem à água.
Preparados foram para o mar e ela teve a sua primeira lição.
Passado um mês, ela encontrou o menino no mesmo sítio. Quando foram para a água transformaram-se em golfinhos. Foram muito felizes a viver no mar.
Rasheed 3ºC
A Alice e o golfinho decidiram que iam partir para uma aventura debaixo de água.
Partiram, viram coisas maravilhosas. Viram estrelas-do-mar, conchas, ouriços-do-mar, algas e imensos peixes.
Depois veio a pior parte. Encontraram um tubarão terrível e ferroz. Era muito forte! Todos os peixes e golfinhos foram para as suas casa, mas eles não. Eles queriam enfrentar o terrível tubarão.
Lutaram, lutaram, até que tiveram uma ideia...
- Que tal pegarmos em duas conchas, uma para ti e outra para mim? Assim cortávamos um bocado do tubarão. – Disse a Alice.
- Que boa ideia! – Respondeu o tubarão.
- Vá, toma.
Plash, tlach.
- Au! – Disse o tubarão. – Pronto, vocês ganharam.
- Yes, ganhámos!!!
E o tubarão foi-se embora e todos os peixinhos voltaram e brincaram com a Alice e o golfinho.
Sara 3ºC
O meu golfinho
A Alice transformou-se numa autêntica sereia que iria ficar para sempre no mar.
Uns dias depois, os pais da Alice ficarm preocupados e foram para a praia procurá-la. De repente viram alguma coisa a mexer-se e foram ver o que era.
Mergulharam e disseram em coro:
- Filha!!!
A Alice disse:
- Ó golfinho, posso ficar contigo para sempre?
Passado um bocado a Alice ouviu vozes:
- Alice!!! Estás bem? – Disseram os pais.
- Mãe! Pai!!! – Gritou Alice. – Agora sou uma sereia e vou ficar a viver no mar.
Os pais disseram que também iam ficar para sempre no mar.
A partir daí percorreram o mundo e conheceram várias pessoas.
Rita 3ºC
A Alice, o golfinho e os piratas
A Alice e o golfinho brincaram bastante. A Alice pôs-se nas costas do golfinho e eles foram ver os barcos e outras coisas.
De repente apareceu um barco de piratas. O chefe pirata (que se chamava Aldrabão) disse para os outros piratas capturarem o golfinho e a Alice.
O Aldrabão ia-os matando quando Deus fez com que ele falhasse. O golfinho e a Alice ficaram livres porque o Aldrabão sem querer cortou a corda a que estavam presos. Os dois amigos foram-se embora.
Tempos depois a Alice transformou-se num gofinho. A golfinha e o golfinho casaram-se e tiveram doze filhos, seis machos e seis fémeas.
Eles os dois viveram felizes para sempre.
Pós de perlim pim pim a minha história chegou ao fim!!!
Rafael 3ºC
A Alice aventureira
Era uma vez uma menina que se chamava Alice e era aventureira. Um dia decidiu fazer uma aventura no mar.
Quis explorar o mar e ver as profundezes, e encontrou um golfinho. A Alice e o golfinho ficaram muito amigos, mas chegou o momento da despedida. O golfinho tinha de se ir embora para casa. A Alice ficou muito triste e disse que voltava à noite para o ver.
A Alice foi ter com o golfinho quando o pai e a mãe estavam a dormir. O golfinho queria que ela visse os seus truques. Ela pegou num arco e o golfinho passou por dentro e splash! Caiu na água a salpicar a Alice. Ela bateu palmas e disse:
- Queria ficar mais tempo, mas agora tenho de me ir embora e obrigado por me mostrares os teus truques. Eu gostei muito!
O golfinho levantou a sua barbatana, abanou com a forma a dizer adeus!
Raquel 3ºC
Uma aventura
Era uma vez uma menina chamada Alice que gostava muito do mar. Um dia viu um menino e perguntou-lhe se sabia nadar. Ele respondeu:
- Sim, sei!
Ela perguntou-lhe se ele a ensinava a nada.
- Por favor! – Disse a Alice.
Ele respondeu que sim e perguntou-lhe se queria começar agora. Ela disse que sim e combinaram encontrarem-se daqui a duas horas.
Passado duas horas começaram a prepararem-se para irem à água.
Preparados foram para o mar e ela teve a sua primeira lição.
Passado um mês, ela encontrou o menino no mesmo sítio. Quando foram para a água transformaram-se em golfinhos. Foram muito felizes a viver no mar.
Rasheed 3ºC
Primeira Situação Problemática
Lê com muita atenção, pensa e responde.
1 -Era uma vês um caçador que foi até há mata. Andou, andou, até que viu uma tabuleta que disia: Zona de Caça.
Pouzou a sua mochila, pegou na espinjarda e pum, pum, pum, disparou em direcção a um fio de electricidade onde estavam doas dúzias de paçarinhos. matou a terça parte dos passarinhos. Estes ficaram caídos no chão.
1.1 - Quantos erros ortográficos encontraste? Podes fazer a sua correcção ortográfica.
1.2 - Quantos passarinhos morreram?
1.3 - Quantos pássaros ficaram no fio de electricidade?
1.4 - Os passarinhos sobreviventes, à excepção de um, voaram para uma quinta onde havia cavalos. Ao todo contavam-se meia centena de patas. Quantos cavalos e passarinhos havia na quinta?
1 -Era uma vês um caçador que foi até há mata. Andou, andou, até que viu uma tabuleta que disia: Zona de Caça.
Pouzou a sua mochila, pegou na espinjarda e pum, pum, pum, disparou em direcção a um fio de electricidade onde estavam doas dúzias de paçarinhos. matou a terça parte dos passarinhos. Estes ficaram caídos no chão.
1.1 - Quantos erros ortográficos encontraste? Podes fazer a sua correcção ortográfica.
1.2 - Quantos passarinhos morreram?
1.3 - Quantos pássaros ficaram no fio de electricidade?
1.4 - Os passarinhos sobreviventes, à excepção de um, voaram para uma quinta onde havia cavalos. Ao todo contavam-se meia centena de patas. Quantos cavalos e passarinhos havia na quinta?
PARABÉNS
PARABÉNS
Olá amiguinhos: principes e princesas
Parabéns a todos por terem transitado para o 4º ano. Principalmente a quem estudou durante todo o ano e a quem se esforçou por ultrapassar as suas dificuldades.
Se no tempo de aulas dedicam mais tempo ao estudo e menos tempo à brincadeira, agora que é tempo de férias devem brincar muito e estudar um pouco. Aos pais que solicitaram um livro para as férias expliquei que têm os livros de fichas para terminar, e combinei deixar no blog situações problemáticas para resolverem.
Olá amiguinhos: principes e princesas
Parabéns a todos por terem transitado para o 4º ano. Principalmente a quem estudou durante todo o ano e a quem se esforçou por ultrapassar as suas dificuldades.
Se no tempo de aulas dedicam mais tempo ao estudo e menos tempo à brincadeira, agora que é tempo de férias devem brincar muito e estudar um pouco. Aos pais que solicitaram um livro para as férias expliquei que têm os livros de fichas para terminar, e combinei deixar no blog situações problemáticas para resolverem.
sábado, 13 de junho de 2009
Mais rimas inventadas para a CASA
O Sol a bater
Mas a casa a arrefecer
E noutra casa ao lado
Está a aquecer
As flores são belas
E combinam
Com as cores
das janelas
O fumo sai da chaminé
queima pouco
mas cuidado
com o teu pé
Em casa
tenho uma porta
mas que penas
está toda torta
Inê Almeida
Ando a pé
Até à Nazaré
E pelo caminho
Encontro uma chaminé
Um dia
Fui chamado
Que é vermelho
E chama-se telhado
Na minha casa
Tenho uma cancela
Que vê-se
Da minha janela
Numa casa
Vi uma porta
Que estava
Toda torta
Enquanto eu arrumo
Há muito fumo
Uma vez
Vi uma árvore
Que estava
Na pedra mármore
Num jardim
Vi muitas flores
Que tinha
Muitas cores
Na minha casa
Tenho um cão
Que está sempre
A pular no chão
Inês N 3ºC
Mas a casa a arrefecer
E noutra casa ao lado
Está a aquecer
As flores são belas
E combinam
Com as cores
das janelas
O fumo sai da chaminé
queima pouco
mas cuidado
com o teu pé
Em casa
tenho uma porta
mas que penas
está toda torta
Inê Almeida
Ando a pé
Até à Nazaré
E pelo caminho
Encontro uma chaminé
Um dia
Fui chamado
Que é vermelho
E chama-se telhado
Na minha casa
Tenho uma cancela
Que vê-se
Da minha janela
Numa casa
Vi uma porta
Que estava
Toda torta
Enquanto eu arrumo
Há muito fumo
Uma vez
Vi uma árvore
Que estava
Na pedra mármore
Num jardim
Vi muitas flores
Que tinha
Muitas cores
Na minha casa
Tenho um cão
Que está sempre
A pular no chão
Inês N 3ºC
Inglaterra
Inglaterra
A Inglaterra é um país situado na União Europeia.
A sua capital chama-se Londres e é onde moram muitas pessoas.
Algumas versões da história de Inglaterra iniciam-se com a subida ao trono do Guilherme, o Conquistador em 1066. A verdade é que embora Guilherme tenha reorganizado (e em grande parte substituído) a aristocracia inglesa, não se pode dizer com verdade que ele tenha “fundado” ou “unificado” o país. Com efeito, muita da infra-estrutura anglo-saxã que existia sobreviveu à conquista de Guilherme e persiste ainda hoje.
Durante a guerra civil inglesa, Oliver Cromwell subiu ao poder e foi o único representante de um breve período republicano na Inglaterra. Já estabilizou no poder, decretou o Alto de Navegação favorecendo a economia inglesa e o desenvolvimento posterior da sua marinha.
A Inglaterra é uma ilha, também conhecida por Grã-Bretanha, na qual a língua oficial é o inglês e a moeda a libra.
Beatriz, Daniela e Maura 3ºC
A Inglaterra é um país situado na União Europeia.
A sua capital chama-se Londres e é onde moram muitas pessoas.
Algumas versões da história de Inglaterra iniciam-se com a subida ao trono do Guilherme, o Conquistador em 1066. A verdade é que embora Guilherme tenha reorganizado (e em grande parte substituído) a aristocracia inglesa, não se pode dizer com verdade que ele tenha “fundado” ou “unificado” o país. Com efeito, muita da infra-estrutura anglo-saxã que existia sobreviveu à conquista de Guilherme e persiste ainda hoje.
Durante a guerra civil inglesa, Oliver Cromwell subiu ao poder e foi o único representante de um breve período republicano na Inglaterra. Já estabilizou no poder, decretou o Alto de Navegação favorecendo a economia inglesa e o desenvolvimento posterior da sua marinha.
A Inglaterra é uma ilha, também conhecida por Grã-Bretanha, na qual a língua oficial é o inglês e a moeda a libra.
Beatriz, Daniela e Maura 3ºC
A minha rua - Avenida da Liberdade
AVENIDA DA LIBERDADE
Em particular a sua principal avenida (liberdade), onde se localiza grande parte do comércio de bairro, é particularmente difícil de vencer a pé. Essa avenida possui uma orientação NWSE que, dada, a altimetria do local, possibilita, a quem a desce, uma vista magnífica sobre Lisboa e as serras da Península de Setúbal. Sensivelmente a meio da Avenida foi colocada uma rotunda com fonte luminosa (Tito de Morais) da qual parte, em entroncamento, uma rua (Manuel de Arriaga) que conduz, por sua vez a outra rotunda ajardinada (Francisco Sá Carneiro) através da qual se acede à urbanização via IC 22. No enfiamento da rua Manuel de Arriaga, junto à rotunda Francisco Sá Carneiro, foi implantada uma igreja.
Por último no dia 19 de Novembro de 1998 é criado o concelho de Odivelas por desafectação de sete freguesias do concelho de Loures.
Durante sensivelmente três anos, Odivelas foi administrada por uma comissão instaladora, sendo democraticamente eleito o primeiro executivo camarário em finais de 2001.
Guilherme 3ºC
Em particular a sua principal avenida (liberdade), onde se localiza grande parte do comércio de bairro, é particularmente difícil de vencer a pé. Essa avenida possui uma orientação NWSE que, dada, a altimetria do local, possibilita, a quem a desce, uma vista magnífica sobre Lisboa e as serras da Península de Setúbal. Sensivelmente a meio da Avenida foi colocada uma rotunda com fonte luminosa (Tito de Morais) da qual parte, em entroncamento, uma rua (Manuel de Arriaga) que conduz, por sua vez a outra rotunda ajardinada (Francisco Sá Carneiro) através da qual se acede à urbanização via IC 22. No enfiamento da rua Manuel de Arriaga, junto à rotunda Francisco Sá Carneiro, foi implantada uma igreja.
Por último no dia 19 de Novembro de 1998 é criado o concelho de Odivelas por desafectação de sete freguesias do concelho de Loures.
Durante sensivelmente três anos, Odivelas foi administrada por uma comissão instaladora, sendo democraticamente eleito o primeiro executivo camarário em finais de 2001.
Guilherme 3ºC
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Pesquisa sobre o nome das nossas ruas
Angola
Angola fica no continente Africano. É um país muito rico em ouro, diamantes e petróleo. Tem cerca de 16.941.000 habitantes. A sua capital é Luanda.
Em Luanda e em outras cidades os prédios estão muito estragados por causa da guerra. Nas cidades havia prédios muito bonitos, mas no mato as populações vivem em cubatas que são casas feitas de barro, com telhados de capim.
As praias são muito bonitas e a água não é fria.
Quando em Portugal está frio, lá está muito calor, mas chove muito.
As comidas típicas
Fazem-se muitos churrascos, moamba de galinha com fuba que é farinha de mandioca, caril de peixe, camarão e lagosta. Os doces são feitos de coco, banana e abacaxi.
Há fruta muito boa. As bananas são grandes e muito doces, como o abacaxi. Também há papaia, abacate, mamão, côco e outros frutos tropicais. Mas também há maçãs, uvas, peras, laranjas, etc.
Em Angola há plantações de café e de cana-de-açúcar.
As festas
Os angolanos gostam de festas com muita música e dança e no mato fazem muitas batucadas.
O vestuário
Usam roupas muito coloridas. Algumas angolanas usam panos que enrolam à volta do corpo e servem também para segurar os bebés nas costas.
Os animais
Em Angola há macacos, elefantes, zebras, leões, tigres, pacaças que são bois bravos e veados. Há muitos animais selvagens. Nos rios há muitos jacarés que atacam as pessoas que vão buscar água.
Luís 2009-03-05
Em Luanda e em outras cidades os prédios estão muito estragados por causa da guerra. Nas cidades havia prédios muito bonitos, mas no mato as populações vivem em cubatas que são casas feitas de barro, com telhados de capim.
As praias são muito bonitas e a água não é fria.
Quando em Portugal está frio, lá está muito calor, mas chove muito.
As comidas típicas
Fazem-se muitos churrascos, moamba de galinha com fuba que é farinha de mandioca, caril de peixe, camarão e lagosta. Os doces são feitos de coco, banana e abacaxi.
Há fruta muito boa. As bananas são grandes e muito doces, como o abacaxi. Também há papaia, abacate, mamão, côco e outros frutos tropicais. Mas também há maçãs, uvas, peras, laranjas, etc.
Em Angola há plantações de café e de cana-de-açúcar.
As festas
Os angolanos gostam de festas com muita música e dança e no mato fazem muitas batucadas.
O vestuário
Usam roupas muito coloridas. Algumas angolanas usam panos que enrolam à volta do corpo e servem também para segurar os bebés nas costas.
Os animais
Em Angola há macacos, elefantes, zebras, leões, tigres, pacaças que são bois bravos e veados. Há muitos animais selvagens. Nos rios há muitos jacarés que atacam as pessoas que vão buscar água.
Luís 2009-03-05
Comboio descendente - distritos de Portugal
No comboio descendente
Vinha tudo como eu
Uns por verem rir os outros
E os outros no museu
No comboio descendente
De Bragança a Viseu.
No comboio descendente
Vinham todos na boa
Uns calados para os outros
E os outros a pensar em Foz Coa
No comboio descendente
De Viseu a Lisboa.
No comboio descendente
Mas que grande Festa do Vinagre
Uns dormindo outros com sono
E os outros a pensar em estar alegre
No comboio descendente
De Lisboa a Portalegre.
Daniela e InêsM
No comboio descendente
Vinha tudo à balança
Uns por verem rir os outros
E os outros à mudança
No comboio descendente
Do Porto a Bragança.
No comboio descendente
Vinham todos à Maria
Uns calados para os outros
E os outros à papelaria
No comboio descendente
De Bragança a Leiria.
No comboio descendente
Mas que grande cerveja
Uns dormindo outros com sono
E os outros com cereja
No comboio descendente
De Leiria a Beja.
Gonçalo e Luís
Vinha tudo como eu
Uns por verem rir os outros
E os outros no museu
No comboio descendente
De Bragança a Viseu.
No comboio descendente
Vinham todos na boa
Uns calados para os outros
E os outros a pensar em Foz Coa
No comboio descendente
De Viseu a Lisboa.
No comboio descendente
Mas que grande Festa do Vinagre
Uns dormindo outros com sono
E os outros a pensar em estar alegre
No comboio descendente
De Lisboa a Portalegre.
Daniela e InêsM
No comboio descendente
Vinha tudo à balança
Uns por verem rir os outros
E os outros à mudança
No comboio descendente
Do Porto a Bragança.
No comboio descendente
Vinham todos à Maria
Uns calados para os outros
E os outros à papelaria
No comboio descendente
De Bragança a Leiria.
No comboio descendente
Mas que grande cerveja
Uns dormindo outros com sono
E os outros com cereja
No comboio descendente
De Leiria a Beja.
Gonçalo e Luís
O comboio descendente
No comboio descendente
No comboio descendente
Vinha tudo com pentes
Uns por verem rir os outros
E os outros sem dentes
No comboio descendente
De Queluz até sementes.
No comboio descendente
Vinham todos drogados
Uns calados para os outros
E os outros envenenados
No comboio descendente
Da Cruz-Quebrada aos Fados.
No comboio descendente
Mas que risada
Uns dormindo outros com sono
E os outros à cabeçada
No comboio descendente
De Palmela à Ramada.
David
No comboio descendente
Vinha tudo a ler
Uns por verem rir os outros
E os outros a escrever
No comboio descendente
De Queluz a Beber.
No comboio descendente
Vinham todos a roer
Uns calados para os outros
E os outros a ver
No comboio descendente
Da Cruz-Quebrada a Comer.
No comboio descendente
Mas que grande algazarra
Uns dormindo outros com sono
E os outros com a cigarra
No comboio descendente
De Palmela a Guitarra.
Maura
No comboio descendente
Vinha tudo na panela
Uns por verem rir os outros
E os outros a comer mortadela
No comboio descendente
De Queluz à Daniela.
No comboio descendente
Vinham todos a comer
Uns calados para os outros
E os outros a morrer
No comboio descendente
Da Cruz-Quebrada a Morder.
No comboio descendente
Mas que grande ratinho
Uns dormindo outros com sono
E os outros com dinheirinho
No comboio descendente
De Palmela ao moinho.
Guilherme
No comboio descendente
No comboio descendente
Vinha tudo à palhaçada
Uns por verem rir os outros
E os outros sem fazer nada
No comboio descendente
De Queluz à Ramada.
No comboio descendente
Vinham todos à gargalhada
Uns calados para os outros
E os outros à cabeçada
No comboio descendente
Da Cruz-Quebrada a uma cidade desmanchada.
No comboio descendente
Mas que grande acção
Uns dormindo outros com sono
E os outros com muita educação
No comboio descendente
De Palmela ao meu coração.
Rita
No comboio descendente
No comboio descendente
Vinha tudo à panelada
Uns por verem rir os outros
E os outros à bananada
No comboio descendente
De Queluz à Ramada.
No comboio descendente
Vinham todos à morcela
Uns calados para os outros
E os outros à cancela
No comboio descendente
Da Cruz-Quebrada à Bela.
No comboio descendente
Mas que salvação
Uns dormindo outros com sono
E os outros com comichão
No comboio descendente
De Palmela a Olhão.
Luís
No comboio descendente
No comboio descendente
Vinha tudo à marmelada
Uns por verem rir os outros
E os outros por nada
No comboio descendente
De Queluz à Apagada.
No comboio descendente
Vinham todos à porta
Uns calados para os outros
E os outros na horta
No comboio descendente
Da Cruz-Quebrada à Morta.
No comboio descendente
Mas que rapidez
Uns dormindo outros com sono
E os outros falam chinês
No comboio descendente
De Palmela até Vez.
Diogo
No comboio descendente
No comboio descendente
Vinha tudo contente
Uns por verem rir os outros
E os outros a dar ao dente
No comboio descendente
De Queluz até Luzmente.
No comboio descendente
Vinham todos com a Daniela
Uns calados para os outros
E os outros com a cadela
No comboio descendente
Da Cruz-Quebrada à Pimentela.
No comboio descendente
Mas que confusão
Uns dormindo outros com sono
E os outros ao pé do comilão
No comboio descendente
De Palmela até Canção.
Daniela e Beatriz
No comboio descendente
Vinha tudo com pentes
Uns por verem rir os outros
E os outros sem dentes
No comboio descendente
De Queluz até sementes.
No comboio descendente
Vinham todos drogados
Uns calados para os outros
E os outros envenenados
No comboio descendente
Da Cruz-Quebrada aos Fados.
No comboio descendente
Mas que risada
Uns dormindo outros com sono
E os outros à cabeçada
No comboio descendente
De Palmela à Ramada.
David
No comboio descendente
Vinha tudo a ler
Uns por verem rir os outros
E os outros a escrever
No comboio descendente
De Queluz a Beber.
No comboio descendente
Vinham todos a roer
Uns calados para os outros
E os outros a ver
No comboio descendente
Da Cruz-Quebrada a Comer.
No comboio descendente
Mas que grande algazarra
Uns dormindo outros com sono
E os outros com a cigarra
No comboio descendente
De Palmela a Guitarra.
Maura
No comboio descendente
Vinha tudo na panela
Uns por verem rir os outros
E os outros a comer mortadela
No comboio descendente
De Queluz à Daniela.
No comboio descendente
Vinham todos a comer
Uns calados para os outros
E os outros a morrer
No comboio descendente
Da Cruz-Quebrada a Morder.
No comboio descendente
Mas que grande ratinho
Uns dormindo outros com sono
E os outros com dinheirinho
No comboio descendente
De Palmela ao moinho.
Guilherme
No comboio descendente
No comboio descendente
Vinha tudo à palhaçada
Uns por verem rir os outros
E os outros sem fazer nada
No comboio descendente
De Queluz à Ramada.
No comboio descendente
Vinham todos à gargalhada
Uns calados para os outros
E os outros à cabeçada
No comboio descendente
Da Cruz-Quebrada a uma cidade desmanchada.
No comboio descendente
Mas que grande acção
Uns dormindo outros com sono
E os outros com muita educação
No comboio descendente
De Palmela ao meu coração.
Rita
No comboio descendente
No comboio descendente
Vinha tudo à panelada
Uns por verem rir os outros
E os outros à bananada
No comboio descendente
De Queluz à Ramada.
No comboio descendente
Vinham todos à morcela
Uns calados para os outros
E os outros à cancela
No comboio descendente
Da Cruz-Quebrada à Bela.
No comboio descendente
Mas que salvação
Uns dormindo outros com sono
E os outros com comichão
No comboio descendente
De Palmela a Olhão.
Luís
No comboio descendente
No comboio descendente
Vinha tudo à marmelada
Uns por verem rir os outros
E os outros por nada
No comboio descendente
De Queluz à Apagada.
No comboio descendente
Vinham todos à porta
Uns calados para os outros
E os outros na horta
No comboio descendente
Da Cruz-Quebrada à Morta.
No comboio descendente
Mas que rapidez
Uns dormindo outros com sono
E os outros falam chinês
No comboio descendente
De Palmela até Vez.
Diogo
No comboio descendente
No comboio descendente
Vinha tudo contente
Uns por verem rir os outros
E os outros a dar ao dente
No comboio descendente
De Queluz até Luzmente.
No comboio descendente
Vinham todos com a Daniela
Uns calados para os outros
E os outros com a cadela
No comboio descendente
Da Cruz-Quebrada à Pimentela.
No comboio descendente
Mas que confusão
Uns dormindo outros com sono
E os outros ao pé do comilão
No comboio descendente
De Palmela até Canção.
Daniela e Beatriz
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